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Distraction-free writing? I didn’t think that was possible!

19 May
Blots fade

Image by juliejordanscott via Flickr

As I write this it is 3:25p.m. (I started at 2:30p.m.). Have you realized I love to open posts with this line? I think it’s important to register the time on which the writing took place. I can also tell you I am currenly at work (someday I’ll write about this place). It is raining outside and at this time I have nothing to do (but to wait for the phone to ring with angry customers and their complaints). It’s in this setting that I decided to try out WordPress’ new feature: distraction-free writing.

Like I said in the title, I didn’t think that was possible, but after trying it out I can definetely say that it is one of the best new features that WordPress has ever introduced.

It’s like writing in a blank piece of paper, without any of the distractions on the side, like the spelling checkers, font stylers. Just plain blank screen where one can express one’s thoughts. I absolutely love it. If you do not have a WordPress blog yet, go ahead and get one, and start writing. Do it… just write.

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Music for Relief

17 May
Music For Relief logo

Image via Wikipedia

I have just joined Social Vibe, and I am now supporting Music for Relief. Please click on the cool widget on the sidebar or go to http://socialvibe/fabiolima to help on the cause.

Music for Relief is a program created by Linkin Park. They donate part of the money earned by their albums, while also creating new singles for specific relief campaigns. Their most recent project is relief for the victims of the Mississippi Flood.

Don’t forget to help… just click ==>

The Shack inside of us

28 Apr
Cover of "The Shack"

Cover of The Shack

It is currently 12:14AM, and here I am writing in this blog. I have committed myself to write as much as I can, and while there is a story being produce in my mind, I have come to write about what is becoming one of my favorite books of all times. Few books cause the impact on me as The Shack has so done. I promise not to give the book away, but if there has ever been doubt about God‘s goodness in your heart, I advice you to read it.

As I write now, I am convicted that God had a specific purpose for my reading of this book. Although controversial in nature (the portrayal of the Trinity is one of the most interesting one’s I have ever seen), the book is also pure, simple, to the point and full of what the principles of God really are.

Forget church and forget institutions. What God wants is a relationship; a life where we completely depend on Him. William P. Young has astounded me with his works. I’d give everything to have such a beautiful experience with God.

Read it. It will give you new eyes for what Unconditional Love really means. Meanwhile here’s the opening line for the next short story

“the world itself was orange”

That’s it. All you get. I’m sure it makes no sense… but it will in time.

‘Till then, I bid you farewell. May God bless you immensely.

Getting back to old habits

22 Apr

This blog is old. I’ve had it for about three years, but hasn’t written for about two. This blog is a recollection of short stories that I used to write. Most of them, as one would perceive, are full of language errors (mostly because of my learning of the English), and are also very rustic and not well developed.

I used to write in this blog when I was away from God. It was the period where God was nothing but a theory. Some of the stories that never made it here were a protest to something I tried to refuse. But God brought me back, and here I am, changed by HIM. Everyday God amazes me more and more.

Nevertheless, I am back to my old habits of writing. In this space I will share a bit of my mind… pretty much a bit of everything. Since the future belongs to God, I can’t say what this will become. In the meanwhile it is good to be back to writing… there is lot to write about.

Oh yes!

Driving Lessons

14 Aug

She drinks. He rides. Together it’s a trip of a lifetime

AMAZING! Eu simplesmente não sei qual filme eu gostei mais, mas por enquanto Driving Lessons está vencendo. Enquanto December Boys apela para um lado mais emocional e usa o lado católico da fé – assista – Driving Lessons é uma crítica à hipocrisia religiosa. O filme começa com Ben (Rupert Grint) entregando comida à idosos pela vizinhança – provavelmente algo a sua mãe o obrigou a fazer. É então que somos apresentados à mãe (Laura Linney). De cara nós podemos perceber que ela é diferente.

Super religiosa, Laura (que também é o nome da personagem) se mostra também controladora. Impulsivamente ela precisa estar no controle da situação o tempo todo. Ela faz, o que em inglês seria chamado de Pareting by guilt – ela sempre se coloca como vitima de uma situação, assim Ben sempre atende os desejos dela. Já o pai de Ben é um pastor. Ele é menos fanático e parece entender o garoto, que – como disse minha amiga Mione – é a pessoa mais pessimista do mundo. Ele não é feliz. Ele não sabe o que é felicidade. Ele adora poesias e quando finalmente cria coragem para recitar um para um menina da Igreja na qual ele tem uma paixão, ela o acha estranho (no final ele da a volta). Todo e qualquer aspecto de sua vida foi defino por sua mãe. Ele não tem vida…

…até conhecer Dame Evie Walton (Julie Walters). Maravilhosa. Julie Walter foi feita para o papel. Ela é a alma e o espírito do filme. Com ela você ri, chora, sente pena, fica louco e pensa em sua própria vida. Evie faz Ben ir para a viagem de sua vida, onde ele começa a beber, xingar (lot’s of shits and fuck offs) e até perder a   virgindade.

Porém, o que realmente pega é o final inesperado. Ali, logo ali no final você entende o que Jeremy Brook quis dizer. A hipocrisia religiosa. O fato de pessoas usarem o nome de Deus em vão, a ação de justificar ações com o nome de Deus. O fato de Deus ser responsável por tudo e todos.

Aliás… Lições de Vida é o nome perfeito para o filme em português. Não uma lição de moral, porque Evie não tem moral alguma… é mais um tapa na cara.

EU MAIS QUE RECOMENDO.

The Dark Knight

21 Jul

The Dark Knight é provavelmente é melhor filme de super-heróis já feito. O motivo é pela fórmula usada no filme. Esqueça a mesma história de sempre em que o herói apanha, mas vence no final. Em The Dark Knight não há vencedores. O Joker jogou as cartas corretamente, cada parte de seu plano foi friamente calculada, o que é irônico, pois ele “não é alguém que planeja coisas com antecedência”. Heath Ledger fará falta. Muita falta. O ator não só entendeu o Joker… ele morreu por causa dele. O papel de sua vida, o melhor de sua carreira e infelizmente ele não está aqui para ver. Não em vão. Ele merece muito mais que Oscars, ele merece mais que uma homenagem. Ele merece ser eternizado. O melhor JOKER que o mundo já viu. To the world I am just like him… a freak.

Why So Serious Son? Why so Serious Son? Let’s put a smile on that face.